[Continuação de Os leitores]

A etimologia pode ajudar-nos a compreender a identidade do/a catequista.
A palavra «catecismo» deriva do grego κατητισμός (katêchismós = instrução oral) e é formada pelo prefixo κατα- (que indica movimento de cima para baixo) + o verbo ηχειν (= ressoar, fazer ruído, dar instruções em voz alta; a nossa palavra “eco” deriva deste verbo grego) + o sufixo -ισμός (atividade, qualidade, doutrina, sistema…). O “catequista” (com o sufixo ista, como cronista) é alguém que ministra, “ensina” o catecismo. Na linguagem eclesiástica, a palavra “catequese” chega-nos do latim cristão, transliterado do grego κατήχησις (katêchesis) que significava “instruir de viva voz”. Em suma, o/a catequista é alguém que faz ecoar, ressoar um som, uma palavra, uma mensagem que vem de cima, do alto. É alguém que transmite de forma oral uma mensagem de que não é autor, mas apenas transmissor de viva voz. Naturalmente, para fazer ressoar essa palavra/mensagem para os outros os catequistas têm primeiro de a deixar ressoar em si mesmos, tornando-se uma espécie de caixa de ressonância da palavra/mensagem catequética. Podem ser um stradivarius ou uma humilde rabeca, mas só serão catequistas-transmissores se primeiro forem ouvintes, recetores e amplificadores
da mensagem que lhes compete fazer ecoar.
Na era da comunicação digital, é interessante recuperar e valorizar a dimensão da proximidade física e da comunicação oral (do coração (memória à boca, da boca aos ouvidos e dos ouvidos ao coração) que está na raiz da catequese. Por enriquecedores que sejam os novos processos digitais e as possibilidades inéditas das redes virtuais, não se pode jamais perder a riqueza da tradição oral e do testemunho pessoal/presencial como a forma originária e insubstituível de «passar» a fé de geração em geração. Os catecismos, manuais e outros livros (que cada qual pode ler por conta própria) e, as ferramentas proporcionadas pelas novas tecnologias devem acrescentar-se a essa base, mas não a podem substituir.
«Antigo ministério» – assim começa por qualifica-lo o Papa Francisco na Carta Apostólica motu proprio Antiquum ministerium de 10 de maio de 2021, com a qual instaurou o ministério laical instituído de Catequista – já vemos os catequistas, homens e mulheres em ação no NT. São os «mestres» e, porventura, os evangelistas outros referidos por Paulo nas suas listas de carismas e ministérios.
Uma boa descrição da identidade, vocação e missão dos catequistas pode ler-se quer na referida Carta Apostólica de Francisco, quer, de forma mais desenvolvida e sistemática, no início da terceira parte do Diretório para a Catequese de 2020 (110-113)[1]. Destacamos, do n. 113 do Diretório:
Em virtude da fé e da unção batismal, em colaboração com o Magistério de Cristo e como servo da ação do Espírito Santo, o catequista é:
a) testemunha da fé e guardião da memória de Deus; experimentando a bondade e a verdade do Evangelho no seu encontro com a pessoa de Jesus, o catequista preserva, nutre e testemunha a vida nova que daí deriva e torna-se sinal para os outros. A fé contém a memória da história de Deus com os homens. Preservar esta memória, despertá-la nos outros e colocá-la ao serviço do anúncio é a vocação específica do catequista. O testemunho da vida é necessário para a credibilidade da missão. Reconhecendo as próprias fragilidades diante da misericórdia de Deus, o catequista não deixa de ser sinal de esperança para os irmãos;
b) mestre e mistagogo que introduz no mistério de Deus, revelado na Páscoa de Cristo; enquanto imagem de Jesus Mestre, o catequista tem a dupla tarefa de transmitir o conteúdo da fé e de guiar até ao mistério dessa mesma fé. O catequista é chamado a abrir à verdade sobre o homem e sobre a sua vocação última, comunicando o conhecimento de Cristo e, ao mesmo tempo, a introduzir às várias dimensões da vida cristã, desvelando os mistérios de salvação contidos no depósito da fé e atualizados na liturgia da Igreja;
c) acompanhador e educador daqueles que lhe são confiados pela Igreja; o catequista é um perito da arte do acompanhamento, tem competências educativas, sabe escutar e entrar nas dinâmicas do amadurecimento humano, faz-se companheiro de viagem com paciência e sentido da gradualidade, na docilidade à ação do Espírito, num processo de formação, ajudando os irmãos a amadurecer na vida cristã e a caminhar em direção a Deus. O catequista, perito em humanidade, conhece as alegrias e as esperanças do homem, as suas tristezas e angústias (cf. GS 1) e sabe colocá-las em relação com o Evangelho de Jesus.
Recolhendo também a reflexão que permanece atual do documento de Puebla (cf. n. 351), catequizar é comunicar Jesus Cristo no Espírito Santo para poder transformar o homem por dentro, de modo que a Palavra tenha eficácia histórica, na sociedade e no cosmos. É muito mais do que ensinar doutrina (o que não se pode negligenciar). Trata-se de mediar o encontro pessoal com Cristo vivo, presente no anúncio da palavra de salvação que é o seu Evangelho, hoje, no aqui e agora de catequistas e catequizandos, aqui e agora que devem ser levedados, renovados, transformados pelo fermento do Evangelho.
Continua também a ser oportuno reler a Exortação Apostólica Catechesi Tradendae de São João Paulo II:
«Catequizar é, de certa maneira, levar alguém a perscrutar este Mistério em todas as suas dimensões […] Quer dizer: é procurar desvendar na Pessoa de Cristo todo o desígnio eterno de Deus que nela se realiza. E procurar compreender o significado dos gestos e das palavras de Cristo e dos sinais por Ele realizados, pois eles ocultam e revelam ao mesmo tempo o seu Mistério. Neste sentido, a finalidade definitiva da catequese é a de fazer que alguém se ponha, não apenas em contacto, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo: somente Ele pode levar ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar na vida da Santíssima Trindade»[2].
Como se disse, Francisco instaurou para toda a Igreja Católica o ministério laical instituído de Catequista. São Paulo VI já tinha deixado essa sugestão às Conferências Episcopais, quer na Carta Apostólica Ministeria Quaedam de 15 de agosto de 1972[3] quer na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi de 8 de dezembro de 1975[4]. Podemos perguntar-nos por que razão esse magno Pontífice, tão clarividente, não concretizou pessoalmente essa instituição. E, sem ter tido qualquer revelação particular, podemos aventar algumas hipóteses explicativas:
– Porque era um Papa conciliar, identificado com o magistério conciliar sobre a colegialidade episcopal, e preferiu que essa instauração, em vez de imposta pela cabeça do Colégio, surgisse do corpo do mesmo Colégio, o que seria ganhar tempo e eficácia em termos de receção e implementação da reforma;
– Porque o perfil vocacional e ministerial dos catequistas não é exatamente o mesmo em todas as realidades eclesiais da Igreja Católica[5] e seria, por isso, preferível que a instauração desse ministério se fizesse não de modo uniforme para toda a Igreja, mas de uma forma plural, a partir das próprias realidades pastorais da Igreja nas diferentes geografias e culturas;
– Porque o perfil jurídico dos ministérios laicais instituídos, que resultou da imensa reformatação instaurada pela Ministeria Quaedam – ainda parcialmente refém das antigas «ordens menores» com a «venerável» tradição que os vinculava ao itinerário formativo dos futuros ordinandos –, seria menos adequado para o estatuto canónico do ministério de Catequista e não seria oportuno ter ministérios laicais instituídos com estatutos canónicos distintos;
– Porque São Paulo VI já tinha criado um ministério laical instituído para toda a Igreja, com a missão da catequese, ao cometer aos Leitores atribuições específicas nesse âmbito da missão da Igreja.
Sobre algumas destas questões, uma Carta aos Presidentes das Conferências Episcopais da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, datada de 13 de dezembro de 2021[6] ajuda a discernir entre os vários perfis.
Assim, as Conferências episcopais devem ter em conta duas tipologias principais ou modos de ser catequista e, porventura, optar entre elas:
1. Catequistas que têm a tarefa específica da catequese;
2. Catequistas que são verdadeiros leaders das comunidades, obviamente em colaboração e sob a direção dos ministros ordenados[7].
A primeira situação é a que habitualmente se verifica entre nós e noutros países de mais antiga evangelização. A segunda acontece habitualmente nos chamados «territórios de missão» em que a exiguidade do clero não permite a presença habitual dos pastores nas comunidades, sendo vital a colaboração corresponsável de fiéis leigos que asseguram tudo o que é possível e necessário assegurar para que a Igreja subsista e cresça, enraizada na fé, fervorosa na oração e diligente no amor. Esta é uma situação frequente em Igrejas jovens. Mas a extensão dos territórios e a carência de ministros ordenados pode levar a que algo de semelhante venha a surgir em Igrejas de antiga tradição.
Ao aprovar o novíssimo rito da Instituição de Catequistas, a Conferência Episcopal Portuguesa optou, claramente, pelo primeiro perfil: catequistas com a missão específica da catequese. Porventura, para a segunda situação, apostam preferentemente na ordenação de diáconos permanentes e nos Guias/moderadores/animadores das Celebrações Dominicais na Ausência do Presbítero.
Outro discernimento a fazer é entre a instituição de Leitores (que têm inerentes atribuições catequéticas) ou de Catequistas. A referida Carta aos Presidentes das Conferências Episcopais adverte de que nem todos os que acompanham o percurso de iniciação de crianças, adolescentes e adultos deverão ser instituídos como Catequistas, dado a forte valência vocacional desse ministério que requer um discernimento atento por parte dos Bispos[8]. Quanto àqueles que, após o indispensável discernimento, seja oportuno instituir como ministros, há ainda que discernir e optar sobre o ministério mais adequado: deverão ser instituídos Leitores ou Catequistas?
«O Rito da instituição dos Leitores afirma que lhes compete educar na fé as crianças e os adultos e guiá-los para a receção digna dos Sacramentos[9]. Tendo em conta que é antiga tradição que cada ministério esteja diretamente ligado a um ofício particular na celebração litúrgica, é certamente evidente que proclamar a Palavra na assembleia exprime bem o serviço de quem acompanha o caminho da iniciação: aqueles que recebem o ensinamento catequístico veriam no Leitor, que se faz voz da Palavra, a expressão litúrgica do serviço que lhes presta»[10]. Em suma: o ministério do Leitor pode ser a solução mais indicada para Catequistas que acompanham crianças, adolescentes e adultos no itinerário da iniciação cristã.
Naturalmente que, para tal, deviam ser idôneos para o bom desempenho das atribuições litúrgicas dos Leitores e para tal devidamente formados.
Mas a Carta prossegue:
«Se, ao invés, aos que acompanham a iniciação fosse confiado – sob a dos ministros ordenados – uma tarefa de formação ou uma responsabilidade na coordenação de toda a atividade catequística, então pareceria mais conveniente que fossem instituídos como Catequistas»[11]
«Em conclusão: nem todos os que preparam crianças, adolescentes e adultos para a iniciação devem ser instituídos Catequistas: o discernimento do Bispo pode chamar alguns deles, conforme as suas capacidades e as exigências pastorais, para o ministério ou de Leitor ou de Catequista»[12].
Os Catequistas instituídos, serão escolhidos entre os que de modo mais específico desempenham o serviço do anúncio. Deverão ter parte ativa nos ritos da Iniciação cristã dos adultos nas suas diferentes etapas podendo, inclusive, ser-lhes confiada a celebração dos exorcismos menores do catecumenado e permanecendo, depois, na comunidade como testemunhas da fé, mestres e mistagogos, acompanhantes e pedagogos, sempre à procura de novos caminhos e métodos para o anúncio do Evangelho[13]. Chamados a colaborar com os ministros ordenados nas diversas formas de apostolado, poderão desempenhar múltiplas funções, sempre sob a direção dos legítimos pastores. Por ex.:
«ser guia da oração comunitária, especialmente da liturgia dominical na ausência do presbítero ou do diácono; a assistência aos doentes; a direção das celebrações das exéquias; a formação e guia dos outros catequistas; a coordenação das iniciativas pastorais; a promoção humana segundo a doutrina social da Igreja; a ajuda aos pobres; o favorecimento das relações entre a comunidade e os ministros ordenados»[14].
Não vamos repetir o que acima se disse acerca das notas característica dos ministérios instituídos, aliás bem expressas no Documento da CEP Ministérios laicais para uma Igreja ministerial. Aqui, limitar-nos-emos a referir e explicar quem os nossos bispos entendem que não deve ser instituído como Catequista:
«Em princípio, não deverão ser instituídos como Catequistas:
a) aqueles que já iniciaram o caminho para a Ordem sagrada e, especialmente, foram admitidos entre os candidatos ao diaconado e ao presbiterado: como já se recordou, o ministério de Catequista é um ministério laical e é essencialmente distinto do ministério ordenado que se recebe com o Sacramento da Ordem[15];
b) os religiosos e as religiosas (independentemente da sua pertença a Institutos que têm como carisma a catequese), a não ser que desempenhem um papel de referência para uma comunidade paroquial ou de coordenação da atividade catequética. Recorde-se que, na falta de ministros instituídos, podem – assim como todos os batizados – exercer «de facto» os ministérios, precisamente por força do Batismo, que é o fundamento também da profissão religiosa;
c) os que desempenham um serviço direcionado exclusivamente a membros de algum movimento eclesial: essa função, igualmente preciosa, de facto, é atribuída pelos responsáveis de cada movimento eclesial e não, como no caso do ministério de Catequista, pelo Bispo diocesano na sequência do seu discernimento em relação às necessidades pastorais;
d) os que ensinam religião católica nas escolas, a não ser que desempenhem simultaneamente outras tarefas eclesiais ao serviço da paróquia ou da diocese»[16].
De momento, transcrevo o que consta no Documento dos nossos Bispos:
«A formação do catequista compreende várias dimensões que não devem ser consideradas independentes umas das outras. Resumidamente, podem delinear-se assim:
Na dimensão do ser, o catequista é formado para se tornar testemunha da fé e guardião da memória de Deus. Nos seus percursos formativos e através de um diálogo honesto com o seu diretor espiritual, o Catequista deve ser ajudado a identificar a modalidade correta para viver a sua autoridade unicamente como serviço aos irmãos. Além disso, para não trair a confiança das pessoas que lhe são confiadas, deve saber distinguir entre foro externo e foro interno e aprender a ter grande respeito pela liberdade sagrada do outro, sem a violar nem manipular de modo algum.
Na dimensão do saber, o catequista deve fazer uma formação bíblico-teológica
e de conhecimento antropológico e do contexto social. A assimilação do conteúdo da fé como sabedoria da fé acontece antes de mais através da familiaridade com a Sagrada Escritura e com o estudo do Catecismo da Igreja Católica, dos catecismos da Igreja particular e dos documentos do Magistério. Para isto é necessário que o catequista conheça: as grandes etapas da história da salvação: Antigo Testamento, Novo Testamento e História da Igreja, à luz do mistério pascal de Jesus Cristo; os núcleos essenciais da mensagem e da experiência cristã: o Símbolo da fé, a liturgia e os sacramentos, a vida moral e a oração; os elementos principais do Magistério eclesial acerca do anúncio do Evangelho e da catequese.
Na dimensão do saber fazer, o catequista forma-se para crescer como educador e comunicador. «O catequista é um educador que facilita o amadurecimento da fé que o catecúmeno ou o catequizando realiza com a ajuda do Espírito Santo. A primeira realidade que é necessário ter em consideração neste setor decisivo da formação é a de respeitar a pedagogia original da fé» (DC 244). Reconhecendo que o seu interlocutor é um sujeito ativo no qual a graça de Deus atua de modo dinâmico, o catequista há de apresentar-se como alguém que facilita respeitosamente uma experiência de fé da qual não é o protagonista»[17].
[1] CONSELHO PONTIFÍCIO PARA A NOVA EVANGELIZAÇÃO, Diretório para a Catequese, 22 de março de 2020.
[2] Cf. SÃO JOÃO PAULO II, Exortação apostólica Catechesi tradendae (16 de outubro de 1979), n. 5, in: AAS 71 (1979) 1281.
[3] EDREL, 2135.
[4] SÃO PAULO VI, Ex. Ap. Evangelii nuntiandi de 8 de dezembro de 1975, n. 73; Edrel 2553.
[5] Basta pensar na grande diferença entre as atribuições dos catequistas na África subsariana ou nos europeus de antiga evangelização.
[6] Pode ler-se este documento em Instituição de Catequistas. Formato para uso dos Fiéis. Fátima, SNL 2023, pp. 35-47.
[7] Ibid. n. 6.
[8] Para a generalidade destes catequistas deve prever-se no início de cada ano catequético a celebração de um mandato eclesial público: Ibid., 9)
[9] Cf. Pontificale Romanum, De institutione Lectorum et Acholytorum, n. 4: «Lectores seu verbi Dei relatores effecti, adiutorium huic muneri praestabitis, et proinde peculiare officium in populo Dei suscipietis, et servitio fidei, quae in verbo Dei radicatur, deputabimini. Verbum enim Dei in coetu liturgico proferetis, pueros et adultos in fide et ad Sacramenta digne recipienda instituetis, nuntiumque salutis hominibus, qui adhuc illud ignorant, annuntiabitis. Hac via et vestro auxilio, homines ad cognitionem Dei Patris Filiique eius, Iesu Christi, quem ipse misit, ,pervenire poterunt et vitam assequi aeternam» [Pontifical Romano. Instituição dos Leitores e dos Acólitos, Coimbra. Gráfica, 1993, n. 8, p. 32: «Como Leitores que proclamam a Palavra de Deus, ides prestar uma grande ajuda nessa missão. Para isso recebereis no povo de Deus um ofício particular, e sereis designados para servir a fé, que tem a sua raiz na Palavra de Deus. Haveis de ler a Palavra de Deus na assembleia litúrgica, educareis na fé as crianças e os adultos, prepará-los-eis para receberem dignamente os Sacramentos, e anunciareis a Boa Nova da salvação aos homens que ainda a não conhecem. Deste modo, e com a vossa ajuda, os homens poderão chegar ao conhecimento de Deus Pai e de seu Filho Jesus Cristo, por Ele enviado, e conseguir a vida eterna»].
[10] C, in CDDS, Carta…, n. 9, in Instituição de Catequistas…, p. 41.
[11] Ibid., p. 41-42.
[12] Ibid., p. 42.
[13] Ibid., n. 10, pp. 42-43.
[14] Ibid., n. 11, p. 43.
[15] Cf. FRANCISCO, Spiritus Domini, s.n.
[16] CEP Ministérios laicais para uma Igreja ministerial, n. 37 (Instituição de Catequistas, p. 76), que cita ccdds, Carta, n. 8, in Instituição, p. 39-40.
[17] CEP, Ministérios, n. 41, in Instituição…, p. 80-81.
João da Silva PEIXOTO, Leitores e catequistas, in Boletim de Pastoral Litúrgica, n. 193-196 (2024) 54-67.